A Ciência em casa: experiências, desafios, receitas e vídeos

Publicado por Joaquim Forte

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Jogos, experiências científicas e desafios a pensar nas famílias em isolamento social neste tempo de pandemia. Programa está em prática desde 13 de abril

O Curtir Ciência – Centro Ciência Viva de Guimarães continua a desenvolver atividades à distância. O programa Curtir Ciência em Casa inclui desafios, passatempos, curiosidades, histórias, experiências científicas e muito mais! Tudo para Curtir Ciência em Casa!

ATIVIDADES

Molécula da Semana

  • Coordenação: Ana Francisca Mota

Já todos ouvimos falar de moléculas. Já explicar o que são, é tarefa mais complicada! Para ajudar a conhecer melhor esta área, o Curtir Ciência dedica um espaço (ao sábado via Facebook) para explorar o mundo das moléculas. Na primeira sessão, a Ana Francisca Mota escolheu a molécula da água.

A ureia é um composto orgânico pertencente ao grupo das amidas. Neste grupo funcional, um átomo de carbono encontra-se diretamente ligado a um átomo de oxigénio e a um de nitrogénio. Na sua composição podem ser encontrados um grupo carbonilo (C=O) e dois grupos NH2, transformando a ureia numa diamida.

A ureia foi o primeiro composto orgânico a ser sintetizado em laboratório, pelo químico Friedrich Wöhler, através de um processo que ficou conhecido como síntese de Wöhler. O composto obtido tem a fórmula CH4N2O e é um sólido branco, cristalino. Devido à polaridade da sua molécula, é solúvel em água.

A ureia pode ser obtida biológica e industrialmente, sendo um dos principais produtos resultantes do metabolismo de proteínas no nosso organismo. A sua forma industrial é largamente usada na indústria agropecuária.

http://www.quimica.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=1622&evento=5

https://www.portalsaofrancisco.com.br/corpo-humano/ureia

https://www.infoescola.com/compostos-quimicos/ureia/

https://www.indice.eu/pt/medicamentos/DCI/ureia/informacao-cientifica

https://brasilescola.uol.com.br/quimica/sintese-ureia.htm

O benzeno é um hidrocarboneto aromático composto por 6 átomos de carbono e 6 átomos de hidrogénio, com a fórmula C6H6. À temperatura ambiente este composto é um líquido com um cheiro adocicado característico, que apresenta baixa solubilidade na água, devido à polaridade da molécula.

A molécula do benzeno estruturalmente assemelha-se a um hexágono, onde em cada vértice pode ser encontrado um átomo de carbono. Os carbonos do benzeno encontram-se ligados entre si por ligações duplas alternadas, o que faz com que esta molécula apresente duas estruturas de ressonância. Estas estruturas têm a mesma quantidade de energia, o que pode variar é a posição das duplas ligações existentes entre os carbonos.

O benzeno é usado na produção de detergentes, solventes, polímeros, entre outros. Contudo, devido à sua toxicidade, o seu manuseamento pode causar vários problemas de saúde ao ser humano, visto o benzeno ser cancerígeno e mutagénico.

http://www.quimica.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=1777&evento=5

https://mundoeducacao.uol.com.br/quimica/benzeno.htm

https://www.infoescola.com/quimica-organica/benzeno/

https://www.todamateria.com.br/benzeno/

A propan-2-ona, propanona, ou como a conhecemos no nosso quotidiano acetona, é uma molécula com a fórmula C3H6O. Esta molécula é composta por um metilo em cada extremidade, e por um grupo carbonilo (C=O), que sendo altamente polar torna a acetona um composto polar.

À temperatura ambiente a acetona é um líquido incolor, volátil e altamente inflamável, por isso não deve ser colocado perto de fontes de calor. Este líquido de odor característico, é solúvel em água e em outros solventes orgânicos.

A propanona pode ter origem natural ou industrial, e é usada essencialmente como solvente, na indústria alimentar, farmacêutica e de polímeros.

https://educacaodigital2011.posthaven.com/molecula-da-semana

http://qnint.sbq.org.br/qni/popup_visualizarMolecula.php?id=GxMKPr07VG2saYkP27BcOzN8Je-GJLTwYFIdtdBjgOQPlEzy-xuxJT2CMXbWaJD_3a_GCzs0Ajh_i3jS2LxvRw==

https://brasilescola.uol.com.br/quimica/composicao-quimica-propanona-acetona.htm

https://www.infoescola.com/compostos-quimicos/acetona/

Os hidrocarbonetos são compostos orgânicos compostos por átomos de hidrogénio e carbono. A molécula desta semana é um dos hidrocarbonetos mais simples da química orgânica: vamos aprender mais sobre o metano.

O metano, cuja fórmula é CH4, é um hidrocarboneto alifático pertencente à classe dos alcanos. Este hidrocarboneto é um gás incolor, e a sua molécula apresenta geometria tetraédrica e é apolar, sendo por isso pouco solúvel em água.

O metano pode ser obtido de várias formas, o que faz com que seja libertado para a atmosfera em larga escala. Por isso, atualmente o metano é dos gás que mais contribui para o efeito de estufa, e consequentemente para o aquecimento global.

REFERÊNCIAS

https://www.infoescola.com/quimica-organica/hidrocarbonetos/

http://www.quimica.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=1844&evento=5

https://querobolsa.com.br/enem/quimica/metano

https://www.todamateria.com.br/metano/

O ácido acético é um dos principais constituintes do vinagre, sendo o responsável pelo sabor amargo do mesmo. Este composto orgânico de fórmula molecular CH3COOH, tem um grupo carboxilo, o que faz dele um dos ácido carboxílicos mais comuns. O grupo carboxílico resulta da combinação do grupo carbonilo (C=O) com o grupo hidroxilo (OH), o que confere a estes compostos elevada polaridade.

O ácido acético pode ser obtido de forma natural pelo processo de fermentação levado a cabo por bactérias ou fungos, onde ocorre a oxidação de um álcool. Esta reação também pode ser usada na indústria, contudo de forma a acelerar a produção são usados catalisadores e condições de pressão e temperatura controladas.
Este composto apesar de ser frequentemente associado ao vinagre tem outros usos no nosso quotidiano, pode ser usado nas indústrias farmacêutica, de perfumaria, de tintas, de polímeros, e é ainda amplamente usado em laboratório como ácido fraco.

Referências

https://www.manualdaquimica.com/quimica-organica/acido-acetico.htm

http://disciplinas.ist.utl.pt/qgeral/biomedica/Jmol/jmol/acarboxilicos.html

https://www.manualdaquimica.com/quimica-organica/acido-acetico.htm

https://alunosonline.uol.com.br/quimica/acido-acetico.html

Quimicamente, a cafeína é um alcaloide. Estes compostos são, por norma, heterociclos de carácter básico que contem nitrogénio na sua composição. Podem ser extraídos de vegetais, e na sua maioria, quando no estado puro, são compostos sólidos de sabor amargo, tal como a cafeína: quando pura é um pó branco e amargo.

A 1,3,7-trimetil-1H-purina-2,6 (3H,7H)-diona, ou cafeína é um derivado da purina e tem na sua estrutura dois grupos amida, nestes grupos o átomo de nitrogénio está ligado a um carbonilo (C=O). A fórmula molecular da cafeína é C8H10N4O2, sendo um composto solúvel em água à temperatura ambiente e altamente solúvel em água quente.

Este álcool pode ser produzido de forma artificial por hidratação do etileno, ou de forma natural através do processo biológico de fermentação alcoólica efetuado por algumas leveduras. O etanol pode ser utilizado na produção de bebidas alcoólicas, como aditivo de combustíveis, para reduzir a intoxicação com álcoois mais pesados e como anti-séptica.

 

Biodiversidade à Janela

  • Coordenação: Daniel Ferreira

Que biodiversidade temos à nossa volta? Que sinais de vida (animais, plantas) podemos observar a partir das nossas janelas ou nas imediações das nossas casas? Um desafio à partilha de fotografias sobre biodiversidade.

Gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
A gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis) pode ser observada na linha de costa, no entanto, frequenta também outras áreas, como as zonas urbanas e aterros sanitários. O crescimento das suas populações poderá estar relacionado com a elevada disponibilidade de alimento. Pode ser facilmente observada, inclusivamente no centro de Guimarães, onde já foi confirmada a sua nidificação

Chamariz (Serinus serinus)
O seu canto nunca passa despercebido. Apesar do seu aspeto pequeno e rechonchudo, os machos cantam freneticamente, empoleirados no topo das árvores, ou em voo. Podem ser identificados pela sua tonalidade amarelada, com padrões fortemente riscados no dorso e flancos. É uma espécie residente no nosso país, podendo ser observado durante todo o ano.
Sardão (Timon lepidus)
O sardão, também conhecido por Lagarto-ocelado devido às manchas azuis presentes no seu flanco, é o maior lacertídeo existente em Portugal. Pode atingir 80 cm de comprimento. Os machos distinguem-se das fêmeas por possuírem uma cabeça consideravelmente mais larga e por terem o início da cauda mais largo. Consome sobretudo insetos, podendo ainda alimentar-se de caracóis, lesmas e até pequenos vertebrados.
Pintassilgo (Carduelis carduelis)
Uma das aves mais facilmente reconhecíveis, devido às suas cores vivas. Apresenta uma máscara vermelha que contrasta com o branco e preto da sua cabeça. As asas dispõem manchas amarelas que tornam a sua identificação em voo bastante fácil. É uma ave muito apreciada pelo seu canto que pode ser ouvido durante a primavera, enquanto se empoleira no alto das árvores, ou postes. Esta espécie está amplamente distribuída por todo o território, embora seja mais abundante no sul do país.
Mosca-escorpião (Panorpa sp.)
Estes insetos pertencem à ordem Mecoptera, não sendo por isso verdadeiras moscas. Apresentam o rosto alongado o que lhes confere um aspeto característico das espécies desta ordem. O seu nome comum está relacionado com a extremidade abdominal dos machos que se assemelha ao ferrão dos escorpiões. Essa estrutura, no entanto, configura a genitália masculina, não sendo capaz de inocular veneno.
Esperança (Tettigonia viridíssima)
É um saltão de grandes dimensões, sendo comum em toda a Europa Ocidental. O seu nome comum está relacionado com a sua tonalidade verde que permite uma boa camuflagem na vegetação. As suas antenas podem chegar a ter até três vezes o comprimento do corpo. As fêmeas (na foto) apresentam um longo órgão ovopositor. É uma espécie predadora, que se alimenta de outros insetos, muitas vezes prejudiciais para a agricultura, sendo por esse motivo muito útil nos campos agrícolas e nos jardins.
Vaca-loura (Lucanus cervus)
Esta espécie protegida de coleóptero apresenta um evidente dimorfismo sexual. Enquanto os machos, de maiores dimensões apresentam mandíbulas em forma de pinça que usam para combater outros machos, as fêmeas (na foto) são mais pequenas, podendo atingir 4,1 cm. Depende de árvores antigas como de folha caduca como o carvalho-alvarinho ou o castanheiro, para completar o seu ciclo de vida. O projeto de ciência cidadã Vacaloura.pt pretende avaliar a distribuição e estado das populações da Vaca-Loura e dos restantes escaravelhos da família Lucanidae em Portugal.
Tritão-de-ventre-laranja

Tritão-de-ventre-laranja

É um anfíbio de pequenas dimensões, podendo atingir um comprimento total de 65 a 90 mm, que pode ser identificado pela coloração laranja vivo da sua região ventral. Durante a época de reprodução (entre novembro e junho) os tritões-de-ventre-laranja saem dos seus abrigos e dirigem-se para pequenas massas de água como ribeiros, charcos e tanques, sendo uma espécie já identificada nos tanques do Curtir Ciência.

Tritão-marmorado (Triturus marmoratus)

Tritão-marmorado

O tritão-marmorado (Triturus marmoratus) é um anfíbio que apresenta na fase adulta um comprimento médio de cerca de 16 cm. A sua pele apresenta uma coloração verde com manchas pretas de tamanho variável. É um bom aliado dos agricultores, uma vez que se alimenta de larvas de insetos aquáticos, minhocas, lesmas e caracóis. Durante a sua fase aquática pode ser encontrado em charcos, rios de pequeno caudal e tanques, sendo uma espécie já identificada nos tanques do Curtir Ciência.

Gaiteiro-azul (Calopteryx virgo)

As libelinhas estão compreendidas na ordem Odonata. Apesar de apresentarem algumas semelhanças com as libélulas, pertencem a uma diferente subordem – Zygoptera, uma vez que os dois pares de asas são semelhantes. Apresentam também um corpo bastante delgado o que lhes confere um aspeto delicado e frágil. Tal como as libélulas, dependem de habitats específicos como charcos temporários e outras massas de água. O macho da libelinha Calopteryx virgo apresenta uma tonalidade azul com reflexos metálicos, enquanto as fêmeas apresentam tons mais esverdeados.

 

 

Cientistas de Trazer por Casa

  • Coordenação: Francisca Silva
https://ccvguimaraes.pt/cientistas-de-trazer-por-casa/

 

Problema da Semana

  • Coordenação: Júlio Borges

A Matemática não é um bicho de sete cabeças! Nem a geometria. Exigem muita concentração e exercício mental. Para Curtir Ciência em Casa, publicaremos na nossa página no Facebook problemas dos níveis Básico e Intermédio num desafio a quem está em casa. As soluções são publicadas aqui.

Básico

Solução Nível Básico

A Joana tem 9 anos, o Luís tem 3 anos e a Teresa tem 36 anos.

Se o Luís tem menos de 4 anos terá:

0 anos; 1 ano; 2 anos ou 3 anos.

Se a Joana tem o triplo da idade do Luís e a quarta parte da idade da Teresa, a sua mãe,  terá:

3 x 0 = 0 anos (não pode ser porque o quádruplo de 0 não é maior que 35 anos);

3 x 1 = 3 anos (não pode ser porque o quádruplo de 3 é 12 anos, não é maior que 35 anos);

3 x 2 = 6 anos (não pode ser porque o quádruplo de 6 é 18 anos, não é maior que 35 anos);

3 x 3 = 9 anos (pode ser porque o quádruplo de 9 é 36 anos, que é maior que 35 anos).

Intermédio

Solução Nível Intermédio

 

Laboratório na Cozinha

  • Coordenação: Cláudia Freixo

Atividades ligadas à gastronomia molecular, e a outras temáticas, que podem ser feitas em grupo, em casa.

Ilustradores em Casa

Pode ser um pormenor lá de casa ou algo saído da imaginação dos mais pequenos! Queremos mostrar que há muitos Ilustradores em Casa! Partilhem os vossos desenhos na página do Curtir Ciência ou por email: geral@ccvguimaraes.pt.

Amor-perfeito (Viola x wittrockiana)

A Cristina enviou-nos uma pintura em acrílico de Amores-perfeitos. A planta que origina estas vistosas flores pertence à família Violaceae e as variedades que existem hoje-em-dia resultam de vários cruzamentos seletivos. É uma das plantas que podemos encontrar com frequência nos nossos jardins.

Tucano-de-bico-verde (Ramphastos dicolorus)

O Vicente, de 10 anos de idade, de Guimarães, enviou-nos este desenho de um Tucano-de-bico-verde (Ramphastos dicolorus). Esta espécie tropical pode ser encontrada por exemplo no Brasil e caracteriza-se por apresentar um enorme bico, responsável por grande parte do seu volume corporal. Apesar de se alimentar principalmente de frutos, pode também alimentar-se de artrópodes e pequenos vertebrados.

A árvore preferida do Pedro, o autor
Coruja-de-óculos (Pulsatrix perspicillata)

Uma ave de óculos? É claro que esta coruja, que pode ser encontrada no continente americano, não usa óculos. Mas o seu nome – Coruja-de-óculos (Pulsatrix perspicillata) – deve-se às manchas que rodeiam os seus olhos e que fazem lembrar óculos.
O Lúcio, de oito anos, de Guimarães, enviou-nos esta pintura em aguarela desta bela ave de rapina. Obrigado, Lúcio!

 

Desafios

Propostas que fazem pensar. Sempre com a Ciência por base.

Qual é a resposta certa? O melhor é analisar bem cada imagem. Uma, duas, três vezes. E raciocinar. Conseguem?

Eis a solução:

E agora… a solução!

 

Sabia que…?

  • Por Ana Mota, Cláudia Freixo e Dionísio Gomes

Sabia que o nome CURTIR CIÊNCIA está relacionado com uma atividade centenária em Guimarães?

A palavra “curtir” tem um duplo significado. Um é uma clara apologia da brincadeira e da aprendizagem. O outro remete-nos para uma atividade que originou o aparecimento, junto ao rio de Couros, em Guimarães, de dezenas de indústrias de curtumes.

A Antiga Fábrica de Curtumes Âncora, onde se curtiam, surravam e secavam as peles, alberga um dos mais recentes Centros Ciência Viva do país. O Curtir Ciência envolve o Município de Guimarães, a UMinho e a Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica.

 

O Porquê das Coisas

Porque é que as folhas das árvores mudam de cor? Porque é que os alimentos cozem mais rápido na panela de pressão?

Não faltam questões aparentemente simples, familiares no nosso quotidiano, mas às quais nem sempre sabemos dar uma resposta fundamentada na Ciência.

  • Por Ana Francisca Mota
Agora verdes, depois amarelas… Porquê?

Quando chega o outono, as folhas das árvores apresentam uma tonalidade diferente. A cor verde que revestia a planta dá lugar a folhas de cor amarela, laranja, vermelha ou até mesmo castanha. Mas porque será que ocorre este fenómeno? Vamos começar por perceber porque é que as folhas são verdes.

A clorofila é uma molécula presente nos cloroplastos das folhas que absorve a luz do sol na zona do azul e do vermelho, fazendo com que seja emitida a cor verde. Como a clorofila não é uma molécula estável, é necessária a sua contínua produção por parte da planta. Para sintetizar clorofila, para além de sais minerais, a planta necessita de luz solar e calor.

Com a chegada do outono, os dias ficam mais pequenos o que diminui a quantidade de luz solar e de calor que a planta recebe. Paralelamente à diminuição da luz solar, forma-se na base da folha uma barreira que impede a passagem de água e sais minerais para a folha. Com a carência de nutrientes e redução de luz e calor, a clorofila deixa de ser produzida, e por consequência as folhas deixam de ser verdes. Devido à ausência da clorofila outros pigmentos mais estáveis começam a aparecer, como os carotenos, as xantofilas, as antocianinas e os taninos. São estes os pigmentos responsáveis pelas cores laranja, amarelo, vermelho e castanho, típicas das folhas das árvores no outono.

Este processo é bastante dependente da luz solar e da temperatura, por isso em cada região do nosso planeta as folhas, no outono, adquirem uma tonalidade diferente.

Referências (consultadas a 6 de maio)

Além deste programa de atividades à distância, o Curtir Ciência – Centro Ciência Viva de Guimarães está envolvido na produção de viseiras de proteção, com uso das suas impressoras 3D. O material de proteção será oferecido a instituições de Guimarães que estão envolvidos nos grandes esforços de contenção da Covid-19.

Além disso, o Curtir Ciência assegura neste período o atendimento pelos meios habituais: telefone 253510830  email geral@ccvguimaraes.pt.

btt