Coronavírus: receios e esperanças na Cápsula do Tempo

Publicado por Joaquim Forte

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A contagem decrescente já começou. Daqui a 10 anos, no dia 23 de setembro de 2030, a Cápsula do Tempo Ciência Viva “Confinar o coronavírus”, guardada no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, será aberta e os 200 testemunhos nela depositados serão tornados públicos.

No final de 2019 surgia um novo coronavírus que rapidamente se espalharia por todo o mundo, levando à declaração de pandemia em março de 2020. Os sistemas de saúde foram postos à prova, tal como a economia, a educação e todas as estruturas da sociedade. Famílias, escolas, empresas, instituições públicas e privadas tiveram de se adaptar a condições nunca antes antecipadas, evidenciando desigualdades, medos e fragilidades sociais, mas também inovações e provas de grande solidariedade e desenvolvimento. Que marcas irá este novo coronavírus deixar na nossa sociedade na próxima década? O que deve ser feito para que não voltemos a ser apanhados de surpresa?

A Rede de Centros Ciência Viva convidou 200 portugueses a darem o seu testemunho, através da resposta a uma questão:

“No atual contexto desta pandemia, quais são, para si, o maior receio e a maior esperança?”

O Curtir Ciência – Centro Ciência Viva de Guimarães confinou as mensagens de João Ribeiro, Isabel Fernandes, Paulino Carvalho, António José Castro, Elisabete Pinto, Isabel Fernandes. João Miguel Nóbrega, João Ribeiro, Joaquim Forte, Paulino Carvalho, Sandra Maria Ferreira, Sílvia Fernandes e Zé Perdigão.

Estes testemunhos, de um total de 200, foram depositados na Cápsula do Tempo que foi encerrada no dia 23 de setembro, numa cerimónia que contou com a presença do Ministro da Ciência, Manuel Heitor e da Presidente da Ciência Viva, Rosalia Vargas.

“Ao escolher os autores dos 10 testemunhos procurámos abranger a diversidade da sociedade vimaranense, indo do estudante ao investigador, passando pelo jornalismo e pela docência e o mundo das artes”, justifica Sérgio Silva, Diretor do Curtir Ciência.

 

btt