Centro Ciência Viva

DE GUIMARÃES

QUEM SOMOS

Guimarães, cidade emblemática com os seus inúmeros e singulares monumentos, tradições e gastronomia, acolhe, desde o dia 17 de dezembro de 2015, o Centro Ciência Viva de Guimarães – Curtir Ciência. Instalado na Zona de Couros, na Antiga Fábrica de Curtumes Âncora – um edifício que foi exemplarmente reabilitado pela Câmara Municipal – o Ciência Viva de Guimarães é um novo foco de atração.

Este novo projeto é o resultado de uma parceria entre a Câmara Municipal de Guimarães, a Universidade do Minho e a Rede Nacional Ciência Viva que coordena 20 centros em todo o país. A sua exposição permanente é composta por 17 módulos interactivos que abrangem várias áreas do conhecimento – Eletrónica e Instrumentação, Robótica, Reciclagem, História ou Comunicações. É um espaço para todas as idades, com forte presença das modernas tecnologias e que assegura visitas guiadas por monitores altamente especializados.

O Centro Ciência Viva de Guimarães promove a cultura científica e tecnológica, designadamente ao nível da educação e fomenta a motivação para a aprendizagem científica que decorre no contato precoce com conhecimento científico, seus agentes e processos.
A reabilitação da Antiga Fábrica de Curtumes Âncora, levada a cabo pela Câmara Municipal de Guimarães, juntamente com o suporte científico da Universidade do Minho permitiram dispor de um espaço interativo de divulgação científica e tecnológica, que funciona como plataforma do conhecimento reconhecido como pólo da Rede Nacional de Centros de Ciência Viva.

A FÁBRICA DO FUTURO

O Centro Ciência Viva de Guimarães (CCVG) habita as instalações de uma antiga manufatura de curtumes, constituindo um espaço de vivência das memórias de uma indústria tradicional, de experimentação e divulgação da cultura científica.

Adquirido em 1978 pela Câmara Municipal de Guimarães, o edifício da Fábrica de Curtumes Âncora recebeu obras de reabilitação que conservaram a sua identidade arquitectónica singular, deixando intacto o legado associado à transformação das peles dos diferentes animais em couros.

Aqui é possível espreitar os pelames, os tanques da curtimenta, as lojas de grosar e descabelar, as tábuas de surrar, assim como o secadouro das peles, proporcionando aos visitantes uma viagem extraordinária por um exemplar único da arqueologia industrial e o encontro com o conhecimento científico, o talento criativo, a inovação e a tecnologia.

Bem próximo do rio de Couros, no quarteirão onde está situado o campus de Couros da Universidade do Minho, o CCVG confere uma nova alma à antiga fábrica, localizada no burgo que cresceu fora da zona muralhada de Guimarães, amparado pela ação dos frades da Ordem Franciscana.

Mal se atravessa o portão, à volta do pátio, impõe-se o conjunto arquitectónico em que a dureza do granito contrasta com a leveza da madeira, e onde é possível descobrir testemunhos das rotinas do trabalho, identificar soluções improvisadas de aproveitamento de recursos naturais, como a água e os raios de sol, e experimentar novas áreas do conhecimento.

O espaço repleto de marcas de uma atividade desaparecida ganhou uma nova vida, inspirando o visitante a conhecer e sentir Guimarães a partir do edifício histórico de uma fábrica, repleto de atividades em que a ciência e o conhecimento são os pilares do futuro.

Interrogar

as pedras e as madeiras.

Centro Ciência Viva

A ASSOCIAÇÃO

O Munícipio de Guimarães gere competências educativas diretas na área do pré-escolar e do ensino básico, competindo-lhe, nomeadamente, proporcionar às crianças e jovens os meios necessários e adequados para um maior e melhor acesso aos instrumentos e a atividades de interesse social, cultural e educativo.

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“Uma cidade de origem medieval ”

A Universidade do Minho assume como sua missão gerar, difundir e aplicar conhecimento, assente na liberdade de pensamento e na pluralidade dos exercícios críticos, promovendo a educação superior e contribuindo para a construção de um modelo de sociedade baseado em princípios humanistas, que tenha o saber, a criatividade e a inovação como fatores de crescimento, desenvolvimento sustentável, bem-estar e solidariedade.

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“Encontra-se entre as mais prestigiadas instituições de ensino superior do país ”

“Responsável pela criação de uma rede nacional de 20 Centros de Ciência interativos.”

A Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica é a entidade promotora da Rede de Centros Ciência Viva enquanto espaços interativos de divulgação científica e tecnológica distribuídos pelo território nacional. Estes espaços funcionam como plataformas de desenvolvimento regional – científico, cultural e económico – através da dinamização dos atores regionais mais ativos nestas áreas.

A Rede de Centros Ciência Viva confere à Agência Nacional Ciência Viva uma experiência única, a nível nacional e internacional, no seu papel de educação e cultura científica.

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ON 2

O Centro de Ciência Viva, com um valor de investimento elegível aprovado de €614.978,25, teve uma comparticipação financeira aprovada de €522.731,51, equivalente a uma taxa de comparticipação de 85% (FEDER), no âmbito do PO Norte, resultantes das disposições regulamentares comunitárias (Regulamento CE n.º 1083/2006 e 1828/2006) e das normas e especificações técnicas instituídas pela Autoridade de Gestão em vigor à data da sua aprovação.

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